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Nike Roshe Run

26 jul

Qual é o preço justo por um tênis de qualidade? Quanto custa para desenvolver um bom tênis? A Nike Sportswear resolveu lançar o desafio ao designer Dylan Raasch, novato na gigante americana, a fazer um tênis por 70 dólares.

Quando um designer recebe essa proposta, numa mesa com apenas executivos de vendas, se vê em apuros, mas sabe que esta diante de um excelente desafio que pode dar um upgrade em sua carreira. Como o tênis iria ser produzido para a Nike Sportswear e não para a divisão de performance da Nike, Dylan não teria teria que cumprir os requisitos de desempenho para um tênis de corrida. Era a liberdade que qualquer designer adoraria e a chance única de faz algo realmente novo, um projeto sem limitações.

A inspiração veio da meditação e do conceito da simplicidade. A palavra “Roshi”, é um título dado a um mestre zen, que por termos legais, se transformou em Roshe. O calçado manteve apenas o que era absolutamente necessário. Um suporte para a planta do pé, um apoio para o calcanhar e amortecimento. Todos os outros elementos “desnecessários” foram removidos. Depois de 16 revisões da sola, a parte inferior usou o padrão waffle Nike Natural Motion, o perfil da entressola lateral é ligeiramente diferente para criar uma justaposição de seriedade e brincadeira,  a palmilha foi projetada para imitar um jardim de pedras Zen, sugerindo o uso do tênis sem meia. O cabedal sofreu mais de 50 alterações e foi construído de uma maneira que não possuí nenhum tipo de custura.

O Nike Roshe Run na caixa é meio sem graça, todo molenga. Mas é impressionante quando o tênis é colocado no pé. Parece receber vida. O Roshe é um ótimo tênis, confortabilíssimo, que atende à todos os requisitos básicos de um tênis de qualidade. Na Nike Store americana ele custa os 70 dólares. No Brasil, ele custa R$ 199.

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Qisda QPT-231 Mini-Projector

29 nov

A empresa taiwanesa Qisda ganhou o prêmio Reddot Design 2011 com o seu compacto, simples e elegante projetor QPT-231. O aparelhinho de 250 gramas, apresenta muitas opções de conexão e usa uma liga de alumínio que ajuda a reduzir problemas térmicos e de ruído, comuns entre projetores.

O mini-projetor suporta D-sub e AV-in padrão, pode-se assistir TV, navegar na internet, jogar video-game, apresentar trabalhos e fotos numa tela de 100 lúmens de brilho com tamanho de, no máximo, 50 polegadas. Fora da tomada o QPT-231 têm autonomia de 3,5 horas.

 

Icono The Finger Phone

23 nov

Zinc Chan teve uma grande idéia. Projetou um aparelho baseado no gesto icônico das pessoas usarem as mãos para representar o telefone. Resolveu transformar o velho “hang loose” hawaiano num telefone de verdade, o Icono The Finger Phone.

O telefone de mesa é um produto muito tradicional, mas o Icono foi criado para o usuário ter uma nova experiência enquanto fala no telefone . O aparelho é dividido em duas partes, fone de ouvido e microfone. Os dois são colocados nas pontas dos dedos e, involuntariamente, um “hang loose” é formado. Outra novidade desse telefone é que quando se disca os números, um caminho animado é mostrado na tela de toque, tornando-se um exercício para a memória e criando uma interação mais emocional entre o telefone e o usuário.

Guarda-Chuva Davek Solo

22 nov

Guarda-chuva não uma coisa que as pessoas realmente se importam, até precisar de um. As coisas ficam piores caso você tiver um disponível na hora, e não usa-lo porque ele não abre, ou estiver estragado e/ou furado. Com o guarda-chuva da Davek você nunca mais vai ter esse problema, pois ele tem garantia eterna e incondicional.

O guarda-chuva Solo Davek é ideal para uso individual diário. Construído em uma estrutura de aço muito forte, a cobertura de 9 costelas é coberta com um tecido de 190 fios, o mais resistente possível. Seu design é diferenciado. No punho têm um sistema exclusivo de abre e fecha. Pesa 0,5 quilos, custa $99 aqui e tem garantia vitalícia incondicional.

 

Chris Sneesby’s Archipod

3 nov

Você precisa de um tempo sozinho e não é claustrofóbico? O engenheiro britânico Chris Sneesby resolveu um grande problema do mundo moderno. Ele inventou um ambiente propício para o trabalho criativo, meditação e inovação. Fácil de manter organizado e limpo, esse casulo pode transformar até a pessoa “nada criativa” num Steve Jobs, ou apenas deixar uma pessoa socialmente hiperativa ouvir o barulho da sua respiração.

O  interior do Archipod transmite uma sensação de espaço que desmente suas dimensões externas compactas. O quadro é construído em madeira, e revestido com telhas de cedro vermelha ocidental. As paredes são duplas, com isolamento, rebocadas e pintadas. Não tem custura ou juntas visíveis por dentro. Uma janela circular de aço inoxidável oferece uma visão para o exterior, podendo-se adicionar quantas janelas forem desejadas. O travamento da porta, que parece uma asa de gaivota, é assistida por um pistão de ar. Ele é totalmente climatizado por dentro e tem um teto solar que pode ser aberto. Luzes reguláveis e tomadas estão previstas no casulo. Como opcional, fica o piso, a iluminação e os móveis para escritório. O archipod custa na faixa de £12.000 a £15.000.

Veja aqui, a entrevista com Chris Sneesby sobre a sua invenção.