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Mercedes-Benz A-Class 2013

13 mar

A famosa frase: “Esse carro vai capotar.” Já foi muito ouvida aqui em terras tupiniquins lá por meados dos últimos anos milênio passado. Foi tanto escutada, que a Mercedez deu seus pulos para os brasileiros entendessem que o Classe A além de possuir o controle eletrônico de estabilidade dos melhores carros esportivos alemães, tinha passado (depois de algumas tentativas falhas e do controle de estabilidade) no Teste do  Alce, que nada mais é, que virar completamente o volante em alta velocidade. Quando chegou por aqui o carro despertou amor e repúdio das pessoas, pelo fato de não ser um carro muito convencional, ainda mais para o mercado brasileiro de 10 anos atras.

O Classe A e o Brasil têm uma forte relação, já que a tradicional montadora alemã resolveu construir no Brasil, exclusivamente para a produção do A, a sua primeira fábrica de carros fora das terras germânicas. A Mercedez-Benz fabricou quase 64 mil Classe A em Juiz de Fora, de 1999 até 2005, que na época custavam em torno de R$ 33 mil (caro pra época). A cara manutenção do carro que dependia de peças de reposição importadas, a alta do dólar na época e a ociosidade da fábrica brasileira, que operava em 20% da sua capacidade, fez com que a Mercedez zarpasse do Brasil. A segunda geração dos A chegou ao Brasil com a herança do Classe A brasileiro, importado e caríssimo é uma raridade nas ruas brasileiras. Mas com o atual cenário automobilístico brasileiro a terceira geração parece chegar quente por aqui e disposto a fazer com que os críticos dos A Brasileiros se rendam.

O A Class 2013 vai chegar ao Brasil ano que vem e deve seguir a tendência do segmento e usar um motor turbo com injeção direta para entregar potência com baixo consumo e emissão de poluentes reduzida. De acordo com a Mercedez-Benz, o A 2013 será oferecido em três versões: Urban, Style e AMG Sport, este último com algumas modificações, como a suspensão revisada, detalhes de estilo em vermelho e rodas de liga leve de 18 polegadas. Sob o capô, o carro tem versões a gasolina 1.6 e 2.0 com potências entre 114 cv (A180) e 156 cv (A200). O A AMG Sport (A250) e tem motor 2.0 twin-turbo com 211 cv. O Classe A têm transmissão manual de seis velocidades ou uma caixa automatizada 7G-DCT de dupla embreagem. O modelo também conta em todas as versões, pelo menos na Europa, com o sistema Start/Stop.

Nissan Leaf

1 dez

Um carro tão diferente, que têm autonomia de, no máximo 160km, não poluente, sem câmbio e elétrico vai cair no gosto dos brasileiros? Bom, eu estou curioso esperando pelas, já clássicas, propagandas agressivas e criativas que a Nissan vai ter que fazer para introduzir o Leaf no mercado tupiniquim.

A Nissan Motors surgiu no inicio do século 20 pela união de 3 empresas. Kwaishinsha Co. que fabricava um carro chamado DAT, Jitsuyo Jidosha Co. que fazia rodas para veículos e Tobata Casting. Apenas em 1934, quando produziam o modelo Datsun, o nome foi mudado para Nissan Motor Co., que também produziu caminhões militares, motores para aviões e barcos torpedeiros para a grande guerra mundial.

A fábrica da Nissan em Yokohama foi poupada durante a guerra, e no pós-guerra a empresa recomeçou a fabricação de caminhões e dos Datsun. Nos anos 50 a empresa obteve um salto tecnológico graças a parceria com a britânica Austin Motors. Durante e em pouco tempo obteve sucesso com os seus carros: Bluebird 1959, Cedric 1960 e o Sunny 1966.

A empresa aproveitou-se das crises americanas de petróleo nos anos 70 e entrou nos Estados Unidos com os seus carros para consumidores conscientes, logo depois entrenado na briga de cachorros grandes no mercado de luxo. A Nissan/Infiniti ainda trouxe os seus conterrâneos, Toyota/Lexus e Honda/Acura. Já nesse século a Nissan se juntou com a francesa Renault e entrou de vez no mercado europeu. Em 2011, o Nissan Leaf, novamente, para consumidores conscientes, foi escolhido o carro do ano na Europa.

O elétrico Leaf, que significa “Leading, Environmentally friendly, Affordable, Family car” não emite poluentes, nem gases que comprometem a camada de ozônio e contribui para a diminuição da poluição sonora. O carro tem uma bateria, recarregável através de uma tomada, com vida útil de 8 à 10 anos . Já existem estudos para o carro ser alimentado através de uma plataforma wireless.  O veículo, misto de sedã com hatchback, consegue atingir a velocidade máxima de 145 km/h, mas já existe o Leaf Nismo, o Leaf de corrida. Apresentado pela primeira vez no Brasil em maio de 2011, para ser o carro oficial da C40 SP. O carro custa nos EUA, $32.700, mas com a alta do preço dos carros elétricos, a Nissan não tem previsão de chegada do carro ao mercado brasileiro, mas a montadora vem buscando uma isenção de imposto de importação e também visa outros incentivos do governo federal para fazer o Leaf ser acessível e competitivo no mercado brasileiro.

Fiat 500 Abarth 2012

21 nov

Os compactos de imagem dividem opiniões no Brasil. Uns acham um péssimo custo-benefício, outros querem exatamente isso para que gozem de uma certa exclusividade. O certo é que, cada vez mais, eles aparecerão nas ruas graças à queda de preço desses compactos, e o 500 tem papel importante nesse crescimento.

Fiat significa Fabbrica Italiana Automobili Torino e foi fundada por Giovanni Agnelli em 1899. Depois de quase 70 anos após sua existência, em meados dos anos 60, a Fiat, de todos os modos, tentou entrar no Brasil. Como a montadora italiana incomodou nos outros mercados, principalmente no europeu, as empresas automobilísticas já instaladas aqui no Brasil, se opuseram veemente contra esta manobra da Fiat. Algum tempo depois a Fiat conseguiu a aprovação, mas com algumas condições. De que a fábrica teria que ser ao menos 500 km de distância da Grande São Paulo e de que por um determinado tempo poderiam produzir apenas o 147, que Europa era conhecido como 800 (Oitocento, uma alusão ao seu motor de 800 cilindradas) e não agradava nada. A empresa foi para Betim, Minas Gerais e foi criando carros em cima do projeto do 147. Foram criadas a Panorama, a Pick-up 147, a Fiorino e toda a linha Spazio, que era o 147 remodelado. Após terem se passado os anos do 147 os brasileiros que não podiam ter os fiats europeus, depois de alguns anos tiveram o Fiat Uno em 1984. Hoje em dia, o mercado brasileiro está em sintonia com a Fiat européia. Os mesmos carros Fiat europeus são vendidos por aqui, como por exemplo o Fiat Bravo o Fiat 500.

A reedição do carrinho popular italiano, o Fiat 500, ganhou um top de linha que foi concebido em conjunto com o designer Karl Abarth e recentemente apresentado no LA Auto Show. O Cinquecento Abarth é uma flecha, têm 160 cavalos de potência num motor turbo MultiAir 1.4. Para domar essa fera, a Fiat acrescentou um sistema de suspensão especial, um kit aerodinâmico, um novo sistema de frenagem e pneus Pirelli na roda de 16 polegadas ou 17 polegadas, em branco ou preto, dependendo da cor do carro. A maioria dos acabamentos internos desse top de linha são em couro e tem instrumentação de carro de corrida, como medidor de pressão do turbo.

Startech Range Rover Evoque 2012

9 nov

A empresa alemã Startech é pertencente ao Grupo Brabus, preparadora oficial dos carros Mercedes-Benz. O programa de aprimoramento, Startech Refinement, consegue melhorar os trabalhos excelentes da inglesa Land Rover.

primeiro Land Rover foi apresentado em 1948, concebido com uma simplicidade brilhante com uma robustez e durabilidade inigualáveis. A Land Rover tem vindo, durante a sua vida, a ser controlada por diversas empresas do ramo automóvel, como a British Leyland, British Aerospace, BMW e a Ford. Recentemente, em 2008, a Land Rover foi adquirida pela indiana Tata Motors, junto com a Jaguar. Mas os veículos continuam a ser fabricados em Solihull, perto de Birmingham, na Inglaterra.

O Startech Range Rover Evoke foi apresentado no Dubai International Motor Show 2011. O projeto têm rodas 21 polegadas, suspensão rebaixada em 35 milímetros, escapamento esportivo e interior totalmente personalizado. Além disso, a Startech desenvolveu uma linha de parachoques, saias laterais e spoilers. Além do visual, as mudanças prometem melhorar o comportamento dinâmico do carro, reduzindo a tendência de flutuação em velocidades mais altas, melhorando a estabilidade direcional, o que é muito bom para um SUV. Também está previsto um upgrade para o motor 2.0 a gasolina, que rende originalmente 240 cv.

Para ver as fotos das etapas da preparação do carro, clique aqui.

Holden Coupe 60

9 nov

Seria muito legal se tivéssemos uma montadora de carros realmente brasileira, que nos despertasse um sentimento patriota de orgulho do que produzimos aqui no Brasil. É exatamente isso que a Holden, desperta nos australianos.

Em 1852, James Alexander Holden emigrou da Inglaterra para a Austrália onde estabeleceu a JA Holden & Co, uma empresa de selaria em Adelaide. Após alguns anos, Edward, neto de James e fascinado por carros ingressou na empresa mudando o negócio do avô, executando pequenas reparações de estofados de automóveis. Foi o ponto de partida da Motor Holden Body Buiders Ltd, que em 1923, já fabricava 12.000 carrocerias de automóveis por ano. No ano seguinte a Holden tornou-se fornecedora exclusiva de carrocerias para GM na Austrália.

Até hoje, todos os Holdens são produzidos em Elizabeth, cidade do estado de South Australia. Foi lá o desenvolvimento do Holden Coupe 60, um carro conceito de tração traseira com o super motor V8, que celebra o 6O° aniversário do 48-215.

O Coupe 60 foi desenhado por Tony Stolfo e lançado em 2008 na Melbourne International Motor Show. Ele tem características de carro de corrida de luxo. Possui difusores traseiros, grandes entradas de ar dianteiras, spoiler de fibra de carbono e rodas 21 polegadas com design exclusivo com pneus semi-slick Kumho de alto desempenho. É alimentado por um motor V8 de 6,0 litros, com um sistema de controle de Etanol. Sim, ele é movido a Etanol. A transmissão manual de 6 velocidades é a mesma do Commodore SS.

Assim como todos os carros de países colonizados pela Inglaterra, sua direção é do lado direito. Graças às batalhas de cavalos, que corriam em direções opostas até se colidirem. A mão direita do guerreiro, era a que ficava livre para segurar as espadas e lanças, permitindo-os derrubar seu oponente do cavalo.

Alfa Romeo Giulietta

30 out

Os compactos premium, acho que é assim que os chamam, se vendem cada vez mais por nossas bandas. Pode-se notar vários desfilando pelas vias, fugindo da mesmice do “prata não suja” e do “pretinho básico”.  Em 2012, a Alfa Romeo entra pra festa no Brasil.

A história da Alfa Romeo se mistura com as grandes guerras mundiais. Os Carros eram produzidos em Milão, na Lombardia, a cruz vermelha sobre o fundo branco é o simbolo da cidade de Milão. A ALFA – Anonima Lombarda Fabbrica Automobili, durante a Primeira Guerra Mundial voltou a sua linha de produção para a fabricação de munição, geradores, motores e peças para aviões. Com o fim da guerra, Nicola Romeo voltou a fabricar carros.  Após a falência, a empresa sofreu uma intervenção do Governo italiano, que passou a ter o controle da empresa, passando a ser um instrumento da Itália de Mussolini, um Emblema Nacional. Novamente, durante a guerra, desta vez a II, a fábrica da Alfa Romeo foi bombardeada e com dificuldades voltou a ser rentável após a guerra. Parou de fabricar carros luxuosos, dedicando-se à produção em massa de carros populares.

O Alfa Romeo Giulietta, é uma obra-prima de design, assim como todos os carros da marca. O top de linha, o famoso Quadrifoglio Verde (€ 29.800), o Cloverleaf chega à 235 cavalos de potência. Com um kit de upgrade alemão pode chegar à 261 cv. Nada Mal.