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Bermuda Hurley Phantom 4D

13 fev

Basicamente o que espera-se de uma bermuda de água é que ela seja bonita, seque rapidamente e que, quando molhada, não limite os movimentos. A Hurley parece ter resolvido esses problemas e ainda incorporou novas tecnologias em sua bermuda Phantom 4D que facilita a vida do maior surfista profissional, ao mais popular frequentador da praia com a mínima intenção de subir numa prancha.

A história da Hurley tem seu início no final dos anos 70, em Costa Mesa, sul da Califórnia. O shaper Bob Hurley, até então com seus vinte e poucos anos, resolveu licenciar os direitos de sua marca à Billabong, o que em alguns anos tornaria-se a Billabong EUA. No início de 1998, a Hurley rompeu com a gigante australiana e resolveu começar a caminhar com os seus próprios passos. As vendas dos EUA naquela época eram de 70 milhões de dólares. A marca ganhou notabilidade associando-se com artistas e atletas como Bob Burnquist, Rob Machado, Brandon Boyd do Incubus e bandas como Blink 182 e Avenged Sevenfold. Em 12 de maio de 2002, a empresa foi vendida para a Nike, por um valor não revelado, mas a Hurley continua com uma relativa autonomia de sua mãe Nike e aproveita-se de toda estrutura de inovação tecnológica da empresa localizada no Oregon.

Graças a todo esse know-how, a Hurley inovou e incorporou a conhecida tecnologia Flywire da Nike na Phantom 4D, que acabou ganhando os últimos 4 prêmios de Boardshort of the Year. A bermuda apresenta  uma tecnologia chamada “biomimic”, que se move com o corpo. Os cabos Nike Flywire proporcionam estabilidade em zonas de compressão para manter os shorts no lugar enquanto o corpo está em movimento.

O cós 4D (4 direções de movimento) é soldado e não tem velcro. O sistema de fechamento EZ Fly é feito através de um cordão emborrachado, impedindo que a bermuda desamarre e se abra sozinha. O tecido 4D superstretch é repelente à água e constituído de 100% poliéster reciclado, diminuindo o atrito com a pele, não provocando assaduras.

Quanto ao estilo a empresa deixou nas mãos do artista James “Dalek” Marshall que criou uma linguagem visual impressionante para o produto. “Nós queríamos articular a tecnologia”, disse Marshall. “Se a idéia é criar um Boardshort que se move como você se move, então as necessidades gráficas para refletir essa conexão com o corpo.”

A bermuda é encontrada no Brasil por na faixa de R$ 150, e ela pode ser customizada no site da Hurley por $ 125.

 

 

 

 

Wesc Clothes

12 dez

É possível uma empresa construir sua marca na cultura underground, e mesmo assim, tornar-se uma das maiores fabricantes de roupas de seu país, ambicionando ser uma das maiores do mundo? A WeSC, em menos de 15 anos, baseando-se numa forte cultura corporativa construiu.

A We Are the Superlative Conspiracy nasceu em Estocolmo na Suécia fabricando camisetas, bonés e calças baseadas na moda da rua. Como o nome já sugere, a conspiração superlativa é a idéia e a filosofia por trás da marca. Eles se definem como uma família do bem, mentes criativas que trabalham com os mesmos objetivos e ideais. A WeSC sempre apostou em métodos de marketing inovadores, que com o tempo, se mostraram muito eficazes. As estratégias de comunicação são sempre inesperadas, emocionantes e imprevisíveis. A “WeActivists” é o carro chefe e onde a corporação apostou a maioria das suas fichas. Embaixadores informais da marca, ótimos artistas, skatistas, fotógrafos, músicos, famosos ou não, começaram a militar à favor da WeSC, que em poucos anos, tornou-se uma das marcas mais fortes no segmento de moda de rua, com vendas em 24 países, sejam nas 28 concept stores ou em mais de 2.600 lojas multi marcas.

As coleções WeSC são famosas pela qualidade e pela originalidade. As roupas, acessórios, calçados e headphones permanecem individuais e com uma mentalidade punk. Para ver a coleção completa We Are the Superlative Conspiracy, clique aqui.

 

 

 

 

Nike Ibrahimovic’s Destroyer Jacket

6 dez

A Nike Sportswear resolveu dar um presente ao jogador sueco Zlatan Ibrahimovic. A Destroyer Jacket é um símbolo das realizações do atacante faixa preta de Taekwondo. Na jaqueta preta de couro estão costuradas, nas mesmas posições, algumas das inúmeras tatuagens que Ibrahimovic ostenta em sua pele. O tatuador do jogador Christian Wagner e a estilista Julia Hederus, ficaram responsáveis pelo projeto.

Ao receber a sua jaqueta Ibrahimovic disse: “Eu tento ter o meu próprio estilo dentro e fora de campo, receber esta jaqueta original foi muito inesperado e emocionante. Eu tenho trabalhado duro para ter sucesso e este casaco reflete isso, mas ainda há muito ainda a realizar.”  O casaco vai ficar em exposição na loja sueca Sneakersnstuff e na Precinct 5 em Amsterdam.

 

 

Calças Dickies + Stussy

23 nov

Quando você era pequeno sua mãe costurava aquelas joelheiras de couro nas suas calças para, dai sim, você poder sair rastejando por aí? Com certeza, se suas calças fossem Dickies você não iria precisar desses charmes nos joelhos dos seus uniformes de guerra para ir à escola.

A Dickies surgiu no Texas quando CN Williamson e EE “Colonel” Dickie vendiam seus produtos no porta-mala do carro. Em 1918, foi fundada a U.S. Overall Company, alguns anos depois rebatizada de Williamson-Dickie Manufacturing Company. Os negócios prosperaram e a empresa foi escolhida para produzir milhões de uniformes para as forças armadas americanas durante a II Guerra Mundial, se tornado a maior fabricante de uniformes e roupas para trabalhadores do mundo. Uma estratégia de expansão pelo mundo era inevitável, e no final dos anos 50 a Dickies Workwear chegou à Europa e ao Oriente Médio para levar aos trabalhadores as mesmas roupas que os texanos usavam nos poços de petróleo do Texas.

Atualmente a Williamson-Dickie oferece roupas que vão desde suas calças e camisas de trabalho à vestuário fashion para mulheres. Em parceria com a marca californiana de streetwear Stussy popular entre skatistas, punks e hipsters, a Dickies produziu calças extremamente resistentes e confortáveis de algodão hipstop, o mesmo usado nas forças armadas. Veja aqui o lookbook da Dickies.

Nuon Energie Shirt

13 nov

A empresa holandesa de energia Nuon, criou uma camiseta termo-sensível que muda de cor conforme a temperatura do corpo. De um marrom escuro, ela se transforma num laranja vivo, cor característica da seleção holandesa de futebol, que adotou essa cor por causa do sobrenome de sua família real, Orange.

É claro, ela funciona para holandeses e para não holandeses. Principalmente para alemães, rivais históricos. Como pode-se ver no último vídeo abaixo.

 

 

 

The CTC Underwear with Pockets

11 nov

Não há nada mais seguro que carregar seus pertences importantes numa cueca. Acho, que inclusive, por isso a cueca foi inventada.

Pensando nisso a The Clever Travel Companion criou uma cueca boxer com 2 bolsos de zíper. Com uma vasta experiência em viagens internacionais, essa cueca foi projetada para carregar objetos que, simplesmente, não pode-se perder em viagens. Nos bolsos se encaixam perfeitamente passaportes, sobrando espaço para cartões de crédito, dinheiro, carteira de identidade, de motorista e outros objetos de valor.

A cueca de 95% de algodão e 5% de spandex é disponibilizada em quatro cores: Verde, preto, azul e cinza. Por $29,90, aqui.

 

 

 

Rip Curl Mirage Short

8 nov

O nome de “Rip Curl” foi tirado de uma prancha de surf  que Doug Warbrick comprou em 1968, que tinha a inscrição “Rip Curl Hot Dog”. Um ano depois, na praia de Torquay, estado de Victoria na Austrália, Wabrick em parceria com Singer Brian, fundou a Rip Curl. Primeiro, estreitamente para a produção de pranchas de surf. Em 1970 os dois começaram a produção de roupas para agua.

Em parceria com o surfista australiano Mick Fanning, a Rip Curl desenvolveu a Mirage Boardshort, a bermuda mais leve do mundo. O shorts é feito com elastostretch 3 (ES3), que repele água e proporciona uma grande elasticidade e a tecnologia STL (stitchless), eximindo-se de quaisquer custura. A bermuda esta disponível em três versões: Mirage Elasto ES3, Mirage 3 e Mirage Spacer ES3.

Para o lançamento da Mirage  a Rip Curl lançou uma série de filmes espetaculares com os seus colaboradores, Go Pro e a produtora TimeSlice. Os filmes foram gravadoscom as suas estrelas do cenário do surf mundial na piscina de ondas artificiais do Malaysia’s Sunway Lagoon em Selangor, Malásia. Foram usadas algumas (52) câmeras posicionadas em sequência resultando um efeito fantástico.

 

 

 

Tibet 2011/12 Football Shirts

7 nov

O Tibet é uma região localizada ao sudoeste da China fazendo fronteira com a Índia, Mianmar, Butão e Nepal que ao longo da história, sofreu com a ocupação de diversos povos e impérios. Hoje em dia, o Tibet não é um país independente. Sua seleção de futebol não é membra da Confederação Asiática de Futebol, muito menos da Fifa. Seu primeiro jogo “oficial” da história, contra a Groenlândia,  foi bem longe de seu território, na Dinamarca, cujo o governo Chinês ameaçou romper todas as transações comerciais, caso esse jogo acontecesse.

Bom, o jogo aconteceu, o Tibetanos exilados perderam, mas ficaram orgulhosos em fazer o seu histórico primeiro gol. Tudo isso foi registrado pelo documentário “The Forbidden Team”. Na época, em 2001, o fornecimento de material esportivo à seleção do Tibet foi feita pela marca dinamarquesa Hummel, por ninguém querer se envolver num caso tão complicado. Isso se repetiu em 2010, quando a Coréia do Norte, país que passa por um forte embargo econômico, chegou a Copa do Mundo e teve sérias dificuldades de conseguir um fornecedor esportivo para jogar o campeonato de futebol mais importante do mundo. Na última hora acabou sendo suportada pela “desconhecida” marca italiana Legea.

Em 2012, a Seleção Tibetana vai ter um belo visual para disputar seus jogos proibidos. A COPA, marca fundada em 1998, quando um viciado em futebol começou a produzir uma pequena colecção de camisas de algodão retrôs assinou um contrato com a Tibetan National Football Association. Suas lindas camisas vão se misturar com a coleção COPA que é constituída por camisas retrô, jaquetas e calças, camisetas e moletons temáticos, bolsas recicladas, bolsas de couro, bolas de futebol e relógios. As camisas da Seleção do Tibet pode ser encontrada em sua linda flagship store, em Amsterdam, ou em seus vários revendedores on-line por $100.

 

 

Original Penguin The Earl

1 nov

Uma centenária fábrica de ceroulas não é, exatamente, um excelente ponto de partida para uma marca se transformar em um ícone de moda, roupas usadas por Frank Sinatra, Arnold Palmer, Clint Eastwood, Richard Nixon e mais recentemente por Brad Pitt, Johnny Depp, Ronaldo e Dwyane Wade.

O caixeiro viajante, trabalhador de uma fábrica de roupas-de-baixo, a Musingwear de Minneapolis. Abbot Pederson pensou justamente ao contrário. E culpa o pinguim e talvez alguns drinks por isso. Numa viagem de vendas para Nova Iorque, em 1955, Pederson resolveu matar tempo para esperar seu voo de volta a sua cidade. Acabou se perdendo em Manhattan e se deparou em frente à pingüins de pelúcia na janela de um taxidermista. Comprou uma pelúcia, chamou-o de Pete, o Pinguim, que voltou dentro do avião acompanhando-o nos drinks. Uma linda aeromoça, que Pederson não conseguia tirar os olhos, gentilmente, lhe ajudou a tirar a gravata e espiritosamente colocou-a no pinguim. Mal sabia ela, que estava criando um simbolo americano de roupas.

Na sua volta à Minneapolis, Pederson, que adorava golfe, resolveu fazer camisas à  $5 cada, com tecido idêntico ao da Lacoste, mas com mais tecido sob os braços e alterando o bolso para o outro lado do peito, para evitar qualquer interferência na tacada. A camisa de golfe Munsingwear estava à frente de seu tempo. Casual, confortável do começo ao fim dos buracos. Quando chegou às pratileiras, “a 55” ficou igualmente popular entre os suburbanos e as lendas esportivas.

Cerca de três anos mais tarde, a Munsingwear fez uma segunda linha de camisas, com costuras refeitas para jogadores de boliche. Earl Anthony, o líder de todos os tempos da PBA, foi o garoto propaganda. E assim foi criada a “The Earl”. Com mais esse sucesso, a Munsingwear planejou uma camisa de tênis, mas o conceito foi vetado, para não iniciar uma guerra com Lacoste.

Curiosamente, no outlet da Lacoste em Buenos Aires, também vende Original Penguin. É claro que lá no cantinho e com menos opções.

Em 1996 a marca foi comprada pela Perry Ellis International, que produziu uma nova linha de sportswear no outono de 2003. Hoje a Original Penguin tem uma coleção completa que vai de ternos bem cortados à carteiras.

A Original Penguin, recentemente abriu suas primeiras lojas flagships em São Paulo.

Foi lançada uma campanha publicitária, onde a estrela é um Paletó Vermelho, que tem até perfil no facebook e viaja o mundo no melhor estilo “like a boss”. Veja aqui os videos.

Glennz Tees

28 out

Eu sempre tive essa ideia de fazer estampas legais para camisetas, mas nunca consegui concretizar nada. Porque usar camisetas com marcas aleatórias só pela moda, sendo que pode-se usar camisetas com estampas bacanas. Enquanto isso várias pessoas também pensaram nisso, nada de muito genial. Quer dizer, depende do desenho.

Glenn Jones, um designer gráfico e ilustrador de Auckland, Nova Zelândia, criou a Glennz = Glenn+NZ. Esse era o seu nome quando ele, por hobby, era um produtor independente de estampas de camisetas para do site Threadless.com, que é onde tudo isso começou. Depois de alguns anos de sucesso no Threadless, ele decidiu que era hora de se concentrar no design de t-shirts e se juntou com alguns amigos para começar a Glennz com sede nos EUA. Amigos que estavam por trás da Despair.com e de sua empresa irmã Amplifier.com, que lida com a produção de camisetas e atendimento à clientes para GlennzTees, tudo baseado em Austin, Texas.

Na pagina da Glennz no Facebook, tem videos do processo de criação das camisetas. Sim, ele desenha incrivelmente, à vista de todos.

Para ver os inúmeros designs da Glennz, clique aqui. E para entrar na webstore, clique aqui.

Na Threadless.com, tem a incrível inscrição no topo da página. “Yep, we ship to Brazil”